sexta-feira, 31 de julho de 2020

Eu sou o vampirão

Uma lista básica e bem objetiva de Vampiros. Ao invés do convencional, esse deck oferece uma mecânica que envolve descarte e reanimar, bem característicos da cor preta.

Eu não sou bom o suficiente pra você _Edward Cullen

4 Ancião Sem-morte
4 Carniçal argentificado
4 terror sanguinário 
4 Chamado à estirpe
4 Vampiro jurado
4 sorin, senhor vampiro imperioso

4 ritual sombrio
4 varicela
4 pox
4 enterrado vivo

20 pântanos

Jogar contra esse deck é como assistir crepúsculo: uma onda de agonia vai percorrer seu corpo enquanto você perde os seus cincos sentidos lentamente. Você vai ser taxado, vai descartar, vai tomar planeswalker no turno um, vai perder terreno, vai apanhar de bichão.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

VAI CATIORRO!

Tribal de cachorros será uma realidade? Com os spoilers de M21 já foram revelados um lorde fortíssimo e uma lenda Naya. 

Baseado no lorde, vamos estabelecer um white weenie. Faz tempo que não fazemos um. 

Fora as duas cartas acima, não foram divulgadas outras criaturas do tipo Dog até a publicação deste post. Existe também o rumor que o tipo Hound será convertido para o tipo dog, e a lista abaixo foi elaborada levando isso em consideração. Pode ser que essa lista fique defazada ou seja invalidada caso o rumor não se confirme. No entanto minha hype é grande e tribos groselha é puro amor pelo formato. 

Então vamos lá 

VAI CATIORRO! 

4 Isamaru, sabujo de Konda
4 Encampment Keeper
4 Warclamp Mastiff
4 Resolute Watchdog
4 Pack Leader
4 Watchdog
4 impostor of the sixth pride

4 brave the elements
4 honra do puro
4 path to exile

20 planicie

Tem uns bichos bem peculiares. Watchdog é um bicho artefato bem interessante. O Resolute Watchdog não pode atacar, mas vai proteger um companheiro (sem trocadilhos com a habilidade de mesmo nome). Os demais são bichos pequenos que vão agredir constantemente. Os lordes mais honra do puro vão transformá-los rapidamente em bichos respeitáveis, e brave the elements deve encerrar a partida na maioria das vezes. 

Vamos ver se a tribo vinga! 
(Depois da decepção dos sátiros...)

terça-feira, 2 de junho de 2020

Atualização nas regras

Essa atualização demorou um pouco para sair, pois aguardávamos o posicionamento da Wizards em relação às mudanças na mecânica do Companheiro, que gerou bastante discussão e controvérsia sobre a validade de seu uso e seu nível de poder no formato. 
Tendo isso em vista foram atualizadas algumas regras e também uma atualização na lista de banidas, tanto da própria Wizards, que rege nosso formato (Legacy) e a nossa própria lista.

Foram inclusas regras sobre cartas fora de jogo:

- As cartas que buscam outras cartas fora de jogo não funcionam.
- As cartas com habilidade Companheiro podem ser utilizadas normalmente, desde que respeitem as regras de construção do formato em adição a suas próprias regras de construção: Ela deve fazer parte da tribo, como criatura ou carta relacionada, mas não entra na contagem do deck principal. 

A lista de banidas foi atualizada com as inclusões de Lurrus of the Dream-Den e Zirda, the Dawnwaker no legacy. 
Incluímos também todos os círculos de proteção de cores e assemelhados na lista de banidas do Tribal wars. Uma criatura anti tribal, Plague Engineer, também foi incluída nesse compilado, incluído em uma atualização de regra que envolve cartas anti-tribal. 

Fiquem ligados! 

domingo, 31 de maio de 2020

EU SOU O SEU PIOR PESADELO

Ikoria trouxe suporte para tribos pouco usuais. Embora existam bestas notórias que entram em decks aqui e ali, outros focos também foram trazidos. Uma grande quantidade de bichos da tribo dos pesadelos foram trazidas e, fora a companion lorde tribal Kaheera, a Guardiã dos Órfãos, eles não trazem uma sinergia tribal específica. 
No entanto, eles são sinergéticos em dois fatores: mutação e matar bichos. 
Já é o bastante para investir em um deck com mecânica própria: os próprios bichos serão remoções, parecido com o deck de horror. 

As criaturas do "ciclo Apex" (possuem três cores, três tipos de criatura e mutações poderosas) permitem seguir por várias linhas diferentes de deckbuild. Aqui, investi em um mardu. O apex escolhido foi o principal motivo, mas é bem possível converter o deck para um BW ou Abzan. Ou qualquer outra combinação esquisita, siga seu coração!
(E sua base de mana) 

A lista ficou 

Cartão de crédito sem limite disponível (ou insira aqui um pesadelo de sua preferência) 

4 Zagoth Mamba
4 labirynth raptor
4 fiend artisan
2 plague mare
4 necropanther
4 faceless butcher
3 Snapdax, apex of the hunt
3 Void beckoner
4 swords to plowshares
4 zombify

Os bichos são dedicados a matar a oposição: Zagoth Mamba é um dos melhores alvos de mutação do formato. O raptor, embora não conceda ameaçar para outras criaturas, por si só tem uma habilidade de restrição muito forte (e que mata bichos). O Void beckoner é basicamente uma kill, que pode ser trazida de volta com zombify. Snapdax, faceless butcher podem tirar ameaças medianas e grandes. Plague mare pode tirar goblins e outras pestes pequenas, necropanther pega algumas coisas de volta. A lista original também trazia o companion Lurrus, mas ele foi banido recentemente (em breve será atualizada a lista de banidas com essa e outras pequenas modificações). Sinto falta de uma maneira de sacrificar criaturas minhas em velocidade instantânea, e talvez vocês possam ajustar isso em suas listas. O deck também não lida com encantamentos, artefatos e planeswalkers, mas vocês podem adaptar de acordo com seu meta.

Divirtam-se quando e como puderem. Com a segurança devida, é claro. Se cuidem!
Fiquem em casa! 

domingo, 17 de maio de 2020

Hiatos e quarentena

Antes do isolamento social começar, tivemos mais um torneio. No entanto fiquei sem celular novamente e perdi todos os registros do torneio. Em resumo, Grixis Dragons levou a taça, joguei de merfolks armengado e fui terceiro lugar. Meu deck não tinha mágicas para anular e isso fez diferença. 

Ikoria chegou, cheio de novidades para tribos diferentes. Várias bestas, elementais, pesadelos, tubarões dentre outros. Dá pra ensaiar uma coisa aqui e ali. 

Uma discussão que devemos tomar é sobre a mecânica de Companions, se será válida no torneio ou não. O formato não possui side, em tese não deveria ser possível. 

O artigo abaixo trata sobre a mecânica no formato commander, que também não possui sideboard.  https://magic.wizards.com/en/articles/archive/feature/ikoria-lair-behemoths-mechanics-2020-04-02 

Um pequeno trecho sobre o assunto:

Commander players, even though you don't have sideboards, you can still get in on the fun. Each Commander deck may include a chosen companion. It starts outside the game and doesn't count as one of your 100 cards. Just like the rest of your deck, your commander must follow the deck-building rule if you're going to use a companion. 

Traduzindo: Mesmo sem side, podemos anunciar um companheiro como carta fora de jogo para fazer parte do deck, desde que o deck tenha os requisitos da carta. O formato estabeleceu que, além disso, a carta companion deve respeitar as restrições do formato (identidade de cor do comandante, por exemplo) . Adaptando para nosso formato, o companion deve, além de tudo, ser uma criatura que se enquadre na tribo ou seja uma carta relacionada. Isso deve responder a maioria das dúvidas nesse caso. 
A pergunta que se segue é se algum companion será banido, como exemplo de uma carta que foi banida do commander logo que foi lançada. Eu tenho uma opinião, mas será alvo de debate em momento oportuno. 

Estou muito empolgado com as adições e já aguardo ansiosamente as minhas cartas de Ikoria chegarem da pré venda. Enquanto isso espero que a situação em nosso mundo melhore para podermos voltar à nossa rinha de tribos preferida. 

Se cuidem! Fiquem em casa se possível. 

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Torneio parte 3: Rodadas e considerações finais

E vamos nos aproximando dos momentos finais

Rodada 6: assassinos Bg

Antes do report gostaria de tecer algumas considerações:
Quando comecei a jogar torneios tribais, me foi uma oportunidade de jogar com meu deck caseiro contra pessoas fora do meu grupo de jogo. Eu já ensaiava um competitivo com um legacy armengado, mas o tribal foi a chance de brincar com um deck que tenho montado desde os tempos do lançamento de Invasão. 
Uma coisa que eu gostava, que me atraiu nos primeiros momentos do commander, era enfrentar decks diferentes. Tribos com diferentes mecânicas representavam um desafio. Fazia algum tempo que eu não sentia esse gosto de novidade. 
Esse meu oponente me trouxe esse sentimento de volta. 

Vim com uma mão de 2 terrenos (foi meio que uma constante nesse torneio). Eu não conheço nada dessa build, então vim pisando em ovos. Ele abriu com um bicho 1/1 Deathtouch. Cavei o terceiro terreno mas não tinha jogadas. Ele seguiu com sign in blood e um terreno dual com verde. Baixei o Tusker que tombou para um veredito de geth. Baixei um Domri e ele saiu atacando e baixou um Scarblade Elite. A característica que percebi é que TUDO remove meus bichos. Ele desceu um Gull Draz Assassin. Travei na curva 3. Ele comprou ainda mais com Sign in blood e seguiu no ataque.  Finalmente desci um Baloth voraz e ele desceu uma Vraska, Eminência do Enxame. Bicha sinérgica, ainda cospe dois perus com Deathtouch. As trocas ficaram cada vez mais desvantajosas. Ataquei com bloodrush pra matar a Vraska. Ele desceu mais Deathtouch e dei um Oblivion ring no Gull Draz (meu erro). Outra Vraska caiu, me perguntei se deveria continuar trocando, mas hesitei. Tinha Contested Cliffs mas era troca do mesmo jeito. De repente desceu uma Vraska the Unseen. Comprei os bichos, mas as trocas permaneceram ruins. Eventualmente perdi mais e mais vantagem e, finalmente, a partida. 

Na segunda rodada, abri de Arbor e Kalonian Tusker. Ele veio com um 1/1 Deathtouch. Não ataquei. Ele veio de assassino da realeza que prontamente tomou um path. Cavei Tusker, bati com o que ja estava na mesa, trocamos. Ele baixou outro realeza e um Deathtouch. Usei Domri pra lutar o realeza com o Tusker e ele baixou um terceiro! Hesitei mas tirei ele com um Oblivion ring. Deixo Tusker pra block e proteger o Domri. Este, começa a achar muitos bichos! Tomei um mutilar, mas estava com uma mão confortável. Aos poucos minha board começou a ficar superior. Fiz um ataque com bloodrush que o levou a um de vida. A ultimate de Domri encerra a partida. 

Na terceira partida, tomo uns danos chatos entre shock e fetchblands e abro de Tusker. Ele não fez nenhum bicho nos turnos iniciais. Desci Domri e meu Tusker falece para um Bile Blight. Ele usa sign in blood. Travei na curva 3. Ele baixa uma Vraska da eminência e gera as tokens, o que pode gerar desvantagem. Domri acha baloth voraz. A token ataca Domri, mas bloqueio. As trocas são ruins mas, a essa altuta, ambos percebemos que Domri vai ganhar o jogo para mim. Dei espadas em arados na token e segui protegendo o Domri. Após usar a ultimate novamente meu oponente concede.

2x1

Rodada 7: elfos mono green

Sorte no treino e azar no jogo.
E vice versa. Eis uma verdade no magic. Treinei com ele uma vez com o naya antes do início do evento e fui muito bem. Tsc tsc...

Ele abriu de elfos de llanowar. Passei o turno. Ele seguiu de Steely Resolve. Dei espada no elfo em resposta, mas ele gerou mana e baixou outro elfo. Desci Tusker e ele desceu um elfo 3/3 deathtouch. Bati, usei ghor clan e foi uma troca horrivel. Ele cuspiu a mão. Dei uma colera, cuspi minha mão e ele não voltou pro jogo.

O início da segunda partida foi bem parecido com steely resolve na rodada 2. Baixei Tusker e cavei terreno. Começo a agredir, mas ele desce Perfeita Imperiosa e o bendito deathtouch. A mesa dele enche e não tenho cólera ou mana branco na mesa pra usar. Tomo elvish promenade e eu compro a cólera. Só falta o mana branco. Um joraga warcaller me enterra.

Já a terceira partida foi parecida com a segunda. Um sacerdotisa de titania e um arqueodruida elfo lhe renderam um pletora de mana. Matei o druida com o Domri mas não foi o suficiente. Um joraga com 4 marcadores me matou. Tive a cólera mas, novamente, me faltou o mana branco.

E, ao final, espíritos levou a taça


Considerações finais

O torneio foi um sucesso. O formato liga dá chance a todo participante. 
Passamos por um período difícil, com poucos jogadores interessados, mas estamos nos reerguendo aos poucos. É gratificante.
Meu deck funcionou melhor que eu esperava. Só preciso ajustar o problema da mana. Talvez pare de usar o Cliffs e troque Obstinado por Thoctar, mas isso é papo para posts futuros.
Eis o saldo final

Agradeço a todos os participantes e a todos que nos incentivam a continuar.
Até a próxima rinha!

Torneio! Cada vez mais difícil...

Vamos a segunda parte do report. Foram sete rodadas, ainda tem muito chão pela frente. 

Rodada 3: vampiros bw

Vim com uma mão boa. Abri de Tusker e  ele veio com um vampiro 2/2 Lifelink. Vim de Domri e ele veio de Cleriga Inspiradora. Quando lutei, ele respondeu com um Zelo Vampirico, que respondi com espadas em arados pra nao perder minha criatura. Ele desceu um  Bloodline Necromancer que não reviveu nada, já que o bicho estava exilado. Mantive pressão constante até a vitória. 

Na segunda partida, ele abriu com o lorde vampiro bw. Minha mão veio lenta e meu primeiro bicho foi um Ghor Clan. Ele desceu um Patron of the Vein, bicho forte e pesado. Respondi com Oblivion ring e meus bichos vieram. Como são naturalmente maiores e não vi remoções do outro lado, eventualmente cheguei a vitória. 

Resultado: 2x0

Rodada 4: gigantes boros

Gosto muito da lista, mas a acho incompleta (minha opinião). No entanto a base desse deck foi o que me inspirou a fazer a versão bestas naya como está jogando neste torneio. 

Ele começa mulligando. O jogo dele é mais lento que o meu. Eu abro de Tusker e sigo com Leatherback. Ele toma um espada em arados do meu oponente e eu baixo outro Leatherback. Espero a colera de deus dele, mas percebo que ele só tem uma mana branca. Ele desce um Desolation Giant seco e troca com o Tusker em combate. Ele finalmente desce a segunda planície, mas não tomo uma remoção global. Baixo e ataco com Baloth voraz até a vitória. Ele me revela depois uma mão com montanhas, piroclasma e um raio. 

Minha segunda mão vem com remoções, mas sem mana branco. Abro de arbor seguido de Tusker e travo na mana 3. Tusker toma raio, fico preso com 3 Baloth voraz na mão. Quando baixo o primeiro, ele toma espada em arados, que respondi sacrificando-o. O segundo Baloth encontra um Desolation Giant seco. Uso Contested Cliffs pra lutar e ataco. Deixo de baixar bichos esperando uma remoção global e continuo no ataque. Tomo meu global e baixo Obstinado, que toma um Oblivion ring. Baixo um Leatherback que toma outra cólera. Um segundo Leatherback toma um Desolation Giant kickado. Ele baixa Brion Braço d'aço e baixo outro obstinado. Ele dá outro espada em arados e me deixa a 40pv. Baixo Ghor Clan. Ele baixa bloodfray Giant sem unleash. Nessa parte minhas notas ficam confusas mas, em resumo, cada bicho que cada um de nós baixou tomou sua remoção (inclusive 2 inferno titans e tomei 4 Oblivion ring na partida). Quando o fôlego acabou, o que decidi foi um Oblivion ring meu que libertou um Leatherback que, lutando com penhascos disputados, matou todos os gigantes que vieram depois. Ocorre que, com exceção do titan, todos os gigantes dele tem ataque ou resistência no máximo 4.

2x0

Rodada 5: Espíritos uw

O início do fim pra mim. Espíritos estava invicto no torneio. 

Mulliguei e vim com mao lenta. Passei dois turnos sem baixar nada. Baixei um arboreo e ele responde com Geist of Saint Traft. Baixo um Leatherback e ele responde com Toppergeist. Ele vira meus bichos e me agride forte. Ele da dois preordain e segue de Kira.  Baixo um Domri que não acha nada e minhas habilidades ficam inúteis por causa de Kira. Caio num tempo forte, tomando bounce no Leatherback. Um sacode correntes e um errante do mausoléu no passe encerram a partida. 


Meu primeiro bicho foi um Tusker, mas antes dele veio um errante do mausoléu do lado de lá. Começamos as trocas e vem um sacode correntes. Tomei pressão e uma verdade reverberante devolvendo dois Tusker pra minha mão encerrou. Nunca cheguei na quarta mana nessa partida. 

0x2

Em seguida, o desfecho. Aguardem!